24 de mai de 2011

Ao mar, amar. Amor...

Sim. Repeti frente a imensidão fria e silenciosa do mar. Sim.
Começou numa manhã de sexta-feira nublada, condições atípicas para começar um romance. Começou com uma troca de olhares, e medo, e uma mensagem no celular, começou impessoal. Começou numa sexta-feira poucas horas antes de uma viagem importante, numa noite fria e adornada. Diga que você me quer, porque eu te quero também. Começou com um abraço, com um carinho, começou com a sua cabeça pousada no meu ombro, e seus lábios perto, não o bastante.
Mergulhei. Mergulhei num paradoxo. Mergulhei numa superfície gelada para me deparar com um fundo quente, escaldante. Mergulhei para me saber pertencente ao mar. Submergi.

20 de mai de 2011

Existe razão na loucura,

Frente ao mistério do eu,
Do ego, do self, concretizo
Incertezas lúcidas
De um porém humano:
Somos todos iguais
Nas medidas das nossas
[in]Diferenças.
Somos todos reais,
na medida das nossas crenças.
Somos todos banais,
Veja só como a maioria pensa.
Somos todos e todos mais.
E só isso é que conpensa.



Existe loucura na razão.

Picolé de Chuchu ;

Fria e Indigesta !